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February 29 Animais de estimação no escritórioManter animais de estimação no escritório para reduzir o estresse dos funcionários pode virar mania nas empresas. Na quinta-feira (06/02), a subsidiária japonesa da Oracle despediu-se de sua cadela de estimação, Heidi, que atuou como “funcionária especial” da fornecedora de software por 12 anos. Meu comentário Se a moda pega, já viu, né? Hoje mesmo vi na Globo uma reportagem com 3 donos de empresa que levam o cachorro pro escritório. Segundo eles o cachorro se integra à rotina do escritório e ajuda no relacionamento dos funcionários. Uma dona de escritório até confessou que leva o cachorro quando vai fazer entrevista com candidatos a empregados e que se o cachorro não "for com a cara" da pessoa, sem chance! Acho que aí é levar longe demais essa "mania por cachorro". Tudo bem que é legal que o funcionário se dê bem com o cachorro ou não vai poder andar livremente pelo ambiente, mas o correto, o profissional seria analisar as qualidades do funcionário, e se fosse o caso de inconpatibilidade extrema do mesmo com o cachorro, deixar o bicho em casa. Ou mandar para um canil, sei lá. (zailda mendes) February 06 Brasil é 81º em uso de celular e 72º em internet, diz Unctad - O Globo OnlineQue brasileiro adora celular e internet eu já sabia, mas que estávamos tão bem colocados assim é surpresa, uma vez que em muitos lares brasileiros ainda não há nem TV nem geladeira. Aliás em muitos deles não há nem energia elétrica ou água encanada. Portanto é de se admirar que um país assim esteja tão bem colocado, com tendência a subir, inclusive. É, o Brasil é o país dos contrastes. (Veja reportagem clicando no link abaixo.) Brasil é 81º em uso de celular e 72º em internet, diz Unctad - O Globo Online February 03 Se me perguntarem eu negoAos vinte anos eu tinha uma super-amiga e acontece que eu namorava o super-amigo do namorado dela. Era um tempo bom, saíamos os 4 e nos divertíamos muito. Éramos o quarteto inseparável, estávamos o tempo todo em contato uns com os outros, e olhe que naquele tempo não havia celular nem orkut. Os namoros foram ficando sérios e minha amiga e o namorado planejavam se casar; nós também. E todo mundo confiava em todo mundo. Nem passava pelas nossas cabeças que algum de nós pudesse estar de olho na outra parte. Mas estava. Tive um problema com um dente que infeccionou e só consegui hora no dentista à noite, meu namorado estava trabalhando e pediu ao amigo (namorado da minha amiga) que fosse me levar. Infelizmente era um caso de tratamento de canal, o que significa que eu teria que voltar lá outras vezes e por azar os horários que consegui marcar coincidiam com os horários de trabalho do meu namorado. Como desgraça de pobre nunca vem só, imaginou o destino que eu com dente inflamado e namorado trabalhando à noite era pouco e colocou no meu caminho um canalha. Sim, porque canalha ainda é pouco para o que o namorado da minha amiga e amigo do meu namorado aprontou: numa dessas vezes que ele foi levar-me ao dentista (com a aprovação e bênção tanto do meu namorado quanto da namorada dele) não é que o pilantra me passou uma cantada? Ainda se fosse uma cantada legal, sutil, eu faria de desentendida, acabava ali. Mas além do inoportuno momento (gente, com dente doendo não há Tom Cruise que desperte interesse) a cantada foi dessas bem baratas, cruas e descaradas que por sorte o tempo se encarregou de apagar de minha memória. Memória tem disso, de vez em quando deleta alguma coisa que não é há muito acessada, como computador. A sua eu não sei se é assim, a minha eu sei que é. Bem, mas de qualquer forma o que me lembro é que fiquei espantada com a safadeza do cara. Espantada não, fiquei foi indignada. E se não estivesse em desvantagem porque o dente estava que não era mole, garanto que tinha tascado a mão na cara dele ali mesmo na horinha. Ele nem se abalou com os despropérios que falei, parece até que já esperava, sabe como é safado profissional, canta por desencargo de consciência, vai que a gente topa, é só alegria. Mas também se a gente não topar não tem problema, "há outros peixes no mar'. E o pior é que quando disse que ia contar pro meu namorado e a namorada dele o sujeitinho riu na minha cara e disse que negaria tudo. Achei que estava blefando, claro. Nem um vigarista daqueles teria tamanha cara-de-pau. Mas antes eu tivesse acreditado, não é que o cretino negou mesmo, na minha cara? E fez mais: disse que EU é que ficava me jogando pra cima dele e como ele não me dava bola, estava inventando isso pra me vingar. Ora, veja se pode, fiquei bufando de ódio. Minha amiga disse que acreditava em mim - em termos - mas daí pra frente passou a visitar-me bem menos até que sumiu de vez. Pior: casou com ele. Mas essa não foi a pior parte. Aproveitando-se da amizade de tantos anos, acabou enfiando na cabeça do meu quase-noivo que a história dele era verdadeira, e pelo sim, pelo não, meu namorado começou a se afastar de mim, ficava na esbórnia com os amigos, ia jogar, até que não deu mais e eu tive que ter uma "conversa séria" com ele que culminou com o nosso rompimento. Não que eu tenha perdido grande coisa, porque se ele me amasse de verdade e confiasse em mim acreditaria na minha história e não se deixaria levar pelo amigo, mas eu aprendi minha lição. Nunca mais na minha vida eu abri minha boca pra contar de namorado ou namorada que estivesse traindo seu consorte. Alguns anos se passaram e um dia fui ao banco descontar um cheque. Estou tranquilamente na fila do ônibus pra voltar pra casa quando dou de cara com meu vizinho descendo de carro a rampa do motel em frente nada mais nada menos que com a secretária do lado. Meus olhos devem ter saltado das órbitas com o impacto, até aí eu botaria a mão no fogo por ele - tá na cara que ia torrar até o osso! Nem sei quem ficou mais surpreso, eu ou ele, porque tão logo bati os olhos naquela cena tocante ele virou-se pra entrar na avenida e deu de cara comigo no ponto de ônibus de boca aberta. Ficamos naquela comtemplação não sei por quanto tempo, mas meu ônibus chegou e eu pulei nele, ansiosa por livrar-me dessa situação tão constrangedora. Quando desci do ônibus, adivinha quem estava me esperando com o coração na mão e quase que com lágrimas nos olhos? Exatamente, o meu vizinho. E ele foi logo pedindo pelo amor de Deus pra eu não contar pra mulher dele, que pensasse nos filhos dele, no lar desfeito, etc. Com um gesto interrompi o discurso que se anunciava longo e apelativo e disse: - Contar? Mas contar o quê? Eu não vi absolutamente nada e se alguém disser que eu vi eu nego! (por Zailda Mendes) February 01 Meus blogs no Live SpacesPra quem gosta de blogs aí vai uma lista dos meus blogs do Live Spaces: Pensamento Pecado Original Lágrimas da Alma Ponto de Chegada Vida Cigana Verso e Reverso Poema Hablando Español
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